Vinhedo
Eu era feliz,
Ou ao menos achava que era.
Mas o amor cochichou em meu sonho,
Disse que eu ainda não conhecera
A verdadeira felicidade.
A alegria dos apaixonados
Não havia visitado
Este meu coração de gelo ainda.
Nada que o fogo
De um par de olhos envolventes
Não pudesse derreter e inflamar
Bum. Achei que demoraria
Para sentir o acelerar.
Bum, bum, bum. Sentir.
Perder-me numa nebulosa sombria
Que são os teus olhos.
Mas estou apenas a apreciar o buquê,
Sem nunca ter provado o vinho.
Sirva-me.
Deixe que meus lábios conheçam
O sabor dos teus.
E então saberei,
Que enfim
Sou feliz.
Adio para quem lê, acho que era só... Talvez logo eu venha a trazer a segunda lição de filosofia...
Créditos: Cromwell


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