"Essas alegrias violentas têm fins violentos, falecendo no triunfo, como fogo e pólvora, que num beijo se consomem." - William Shakespeare
Agora o meu texto:
Combustão
A ignição foi violenta, só um olhar somado a um sorriso. Combustível não faltou, foi tudo aquilo que tua antiga paixão não conseguiu acender. Pólvora circulando nas tuas veias. Bastou encontrar a mim. Que de pele e sangue fervente pôs chamas no teu olhar. Levou fogo ao teu coração, consumindo oxigênio antes da explosão. Faltou ar. Bum. Implodindo. A alma inflamou de dentro para fora. Suspiro. Pirando. Num inferno apaixonante perdendo a noção do pensamento. Do tempo. Do espaço. Do correto. Desespero de fogo ou paixão incontrolável, se perdendo em si mesmo, consumindo a razão, num fogo que arde sem se ver, que mesmo impedido permanece sem perecer, revivendo de novo e de novo num ciclo interminável até findar-se num encontro de lábios amantes separados. Agora diga-me, esta não é a verdade?
Bom, é só isso por enquanto... Neste fim de semana eu tenho um longo relatório a completar, mas espero vir a postar as minhas lições de filosofia que estão atrasadas.
Adio, Cromwell


1 comentários:
Amei!!!! Sorry por atrapalhar, vc escreve muito bem cara, parabéns! Bjinhos...
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