Nó
25/10/10E o problema é esse nó que se forma na minha cabeça, essa interrogação que se retorce em volta da minha mente, que invade meus pensamentos, que me invade e me corrói. É quando perco, já que lá dentro está uma bagunça. Me perco em pensamentos, em memórias, em previsões e em escolhas, nas minhas escolhas, nos sim, nos não e no pior deles, o talvez. O enquanto e o por enquanto, no logo, no breve, no longo e duradouro. Na distância e no tempo. Fico perdido e confuso na iniciativa que falta, no esperar e não esperar, no esquecer e deixar, por ser fácil, que eu já fiz, várias e várias vezes. Mas como poderia se eu havia escolhido ficar. Seria fácil, rápido, fazer o que eu sempre fiz, o que o meu eu cruel sempre gostou de fazer.
"Não posso!" penso sempre que olho para a perfeição que eu admirei e admiro, mas basta sumir da minha vista sem um abraço, sem um beijo, sem uma despedida tristonha, que volto a duvidar, volto a ser tentado pelo diabinho que me vive a acompanhar. Secretamente. Provocante. Luxuriante. Não meu companheiro de viagem, claro. Do que me adianta esta sua provocação brilhante, se revolve e me confunde ao não falar comigo quando meu grande irmão mais novo se vai? É por isso que eu havia escolhido ser um caçador, era caçar, conseguir e me vangloriar ao deixar minha presa caída ali... Não havia escolha, não havia espera, nem confusão, era começo, meio, fim.
É nessas horas que percebo que realmente não sei de nada, não tenho a menor experiência dessa vida, mas só o que eu tenho a fazer é aprender, e aí? Quando começa a lição?
Addio,
Sam
"Não posso!" penso sempre que olho para a perfeição que eu admirei e admiro, mas basta sumir da minha vista sem um abraço, sem um beijo, sem uma despedida tristonha, que volto a duvidar, volto a ser tentado pelo diabinho que me vive a acompanhar. Secretamente. Provocante. Luxuriante. Não meu companheiro de viagem, claro. Do que me adianta esta sua provocação brilhante, se revolve e me confunde ao não falar comigo quando meu grande irmão mais novo se vai? É por isso que eu havia escolhido ser um caçador, era caçar, conseguir e me vangloriar ao deixar minha presa caída ali... Não havia escolha, não havia espera, nem confusão, era começo, meio, fim.
É nessas horas que percebo que realmente não sei de nada, não tenho a menor experiência dessa vida, mas só o que eu tenho a fazer é aprender, e aí? Quando começa a lição?
Addio,
Sam


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