Houvera de ser assim de qualquer modo, uma bomba relógio, marcada como marca-passo no coração alheio, tiquetaqueando cada vez mais rápido para explodi-lo para longe. Melhor assim, talvez, para que a aranha continue a tecer suas teias invisíveis e capturar suas presas indefesas, conseguir delas o bom e abandoná-las a própria sorte.
Tinha que ser sem plural, num singular próprio e completo, infinito, encontrando a beleza na decadência. A magnificência de ser eu, sem necessitar da segunda e terceira pessoa. Tem de ser impessoal para ser apenas eu, pessoalmente.


1 comentários:
Palavras bem colocadas. Título muito criativo também...
Acredito que somar é sempre algo positivo. E vejo vc neste momento consegue somar com sua própria impessoalidade.
Estou gostando de me envolver em seus textos.
Parabéns! :)
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