Estive conversando com meu pai sobre a violência... Ele me deu alguns exemplos de acontecidos, onde um pouco de irritação se transformou em tragédia. Lembrei que estava escrevendo um poema sobre isso e como estou sem postar a algum tempo, decidir trazer pro NossoCaffeLatte.
Como Vai o Mundo
Nesse passo que nós vamos,
Estaremos à um passo,
De passar para um tempo,
Em que a paz é só passado.
Acaba mais um dia,
Acabando com um sorriso,
Que acabou-se com uma vida,
Com um pouco de irritação.
Apagam-se as luzes, as velas,
Apagam também os olhos,
Daqueles que tiveram a alegria apagada,
Por um acaso escuro de um tempo sem luz.
Olhando para cima, vendo o sol sumir,
A lua aparece e, em sua beleza pálida, olha para a terra,
Pois os vivos olham para a noite fria, esperando pessoas que não virão,
Os mortos não olham mais, seus olhos não têm mais luz, nem vida.
Vivos homens que perderam a paz e a paciência,
Perderam o valor da vida, numa arruela escura,
Perderam o sorriso e a inocência,
Esqueceram que é ser vivo, perderam a vida, também.
Andar na rua sozinho pode ser um suplício, principalmente se está escurecendo e há pessoas na rua... Saudade dos tempos em que os pesadelos eram baseados em fantasmas e lobos-maus, quando as crianças tinham medo do bicho-papão e não do velhinho do final da rua.
Basta de falar disso, já é o suficiente por um dia.
Créditos: Cromwell


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