terça-feira, 3 de agosto de 2010

God of War

 Passando em revista grandes jogos que me divertiram por muito tempo, volta e meia Kratos aparecia na minha cabeça, usando de efeitos gráficos incríveis para representar massacres contra inimigos da mitologia, desde os coitados dos soldadinhos que são partidos ao meio por espadas até os enormes ciclopes que perdem o único olho depois de ter o corpo escalado pelo espartano furioso.

 God of War, embora foque a mais pura e simples ação de combate, onde um único homem com espadas consegue eliminar exércitos e grandes monstros mitológicos, não deixa a desejar em enredo, pois trás um novo jeito de ver as sagas dos heróis greco-romanos.

 Durante os três episódios da saga, vemos Kratos, um grande guerreiro espartano, lutar por honra e glória, confrontando o próprio Ares, o deus da guerra original, subindo ao ápice, num patamar nunca alcançado por humano ou semi-deus. Cair em desgraça, quando é enganado pelo pai dos Deuses e voltar a se erguer, libertando os titãs e escalando pelo Olimpo para conseguir a cabeça dos olimpianos numa bandeja.

 Para quem nunca jogou ou não deseja jogar por ser um jogo violento, eu apenas digo: "Não sabe o que está perdendo...". Poder controlar Kratos numa mitológica Grécia Antiga, montando um incrível Pégasus e lutando com um guerreiro no ar, descer ao Hades e voltar, fazer um exército todo correr de medo e, de quebra, detonar o Colossus de Rodes é uma experiência única.

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