quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Outro Poema

Já tenho que ir, mas aproveito pra postar mas uma vez antes de ir. É outro poema meu, provavelmente voltarei a trabalhar nele e talvez faça até mais algumas estrofes, mas por enquanto eu o considero terminado e poço até receber algumas críticas que me ajudem.

Musa

A água do lago reflete as árvores à margem,
Como o diamante em tua face me espelha.
O cheiro de chuva se desprende da terra e é um [plágio.
Imita a doce fragrância que sai da tua pele e me [envolve.

O correr das águas do riacho cria um belo tintilar.
Coitado! Ao som da tua voz nunca irá se igualará.
As vaidosas estrelas no escuro céu a brilhar,
Não seduzirão como faz o teu olhar.

A perfeição da criação, evolução, pouco importa.
O que me atrai é que pode bater à minha porta.
Uma silhueta que em cada centímetro é tentadora,
Gosto, claro, de observar, mas tocar é viciante.

A beleza aqui na terra tem nome.
Tal qual Afrodite entre imortais mitológicos,,
Aos homens encantando com a tentação dos seus olhos.
Uma musa que não deveria existir fora dos sonhos.

  Estou sendo chutado neste momento e preciso fazer algo muito importante, mas está aí meu poema, peço comentários, se possível.

Créditos: Cromwell
  

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